Apagão é o termo popular usado para indicar a interrupção total do fornecimento de energia elétrica. As causas são variadas, desde falha técnica, até incêndio e as consequências geram transtornos principalmente em questões de segurança, como iluminação, funcionamento de câmeras de vigilância e a dificuldade em manter a estabilidade do sistema de segurança.

Os geradores de eletricidade são a primeira opção para quem quer garantir o funcionamento do seu sistema de segurança durante apagões. O custo do equipamento é alto, podendo variar entre R$ 40 mil e R$ 140 mil, além das despesas com instalação e manutenção. Mas, dependendo do combustível e do consumo, sua autonomia chega até oito horas, fazendo com que o uso de um gerador seja uma boa alternativa para manter a estabilidade do sistema de segurança, que envolve os portões eletrônicos, alarmes, interfones, câmeras e iluminação.

Para o painel de alarme, utilizar uma bateria de emergência, que é automaticamente acionada quando ocorre falta de energia, é uma decisão que garante mais segurança. Usualmente, as baterias possuem 12 volts e alimentam o painel por em média 24 horas. Para um bom funcionamento, é fundamental que o usuário verifique frequentemente se a bateria está carregada e faça a sua substituição sempre que necessário.

Algumas práticas dos usuários para administrar o ambiente também são importantes no momento de um apagão. Realizar backups rotineiros dos dados do sistema são uma primeira medida que evita perder as informações já coletadas. Outro mecanismo que pode ser utilizado são os estabilizadores de energia, uma vez que a corrente elétrica pode sofrer alterações na sua voltagem durante um apagão, danificando o sistema de segurança. Como os apagões não são raros no Brasil, fazer um investimento para prevenir e para garantir a estabilidade do sistema de segurança traz vantagens consideráveis e proporciona maior segurança aos usuários.

Fonte: Segware.com.br

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