No período de férias os índices de acidentes com crianças aumentam muito. “Não se deve interferir ou atrapalhar a diversão da criançada, mas é preciso ter a supervisão de um adulto”.

O pediatra Sylvio Renan dá dicas de segurança, como respeitar os limites e indicações das faixas etárias para cada tipo de brinquedo ou locais de acesso permitidos nos parques. Confira:

Supervisão de um adulto: Nenhuma criança deve ficar sozinha sem a supervisão de um adulto. Isso ajuda na prevenção de acidentes e evita que seu filho/a se perca em locais públicos.
Em muitas situações, vale a pena colocar uma pulseira de identificação na criança, inserindo o nome e o telefone do responsável, facilitando a sua localização.

Alimentação: É importante deixar a criança bem hidratada, oferecendo água a cada hora. Quanto às comidas, o recomendável é que se dê preferência às frutas, legumes e verduras, evitando frituras e peixes, sobretudo provenientes de locais desconhecidos.

Exame Médico: Antes de frequentar a piscina de um clube (e mesmo do condomínio), a criança deve fazer exames médicos. Muitas doenças, como micoses, são facilmente transmitidas nesses locais.

Boias: Crianças menores devem utilizar boias ou pequenos coletes, de preferência aquelas que vão aos braços, pois proporcionam mais segurança. Boias de cintura podem ajudar a criança virar, não cumprindo seu principal papel, o de proteção.
Na praia ou piscina, mesmo fora da água, é preciso manter o uso de boias e/ou coletes. A criançada corre e brinca muito e, de repente, estão de novo dentro d´água, muitas vezes sem que o adulto perceba.

Ralos das Piscinas: Este é um alerta de extrema importância: estes mecanismos fazem a sucção da água e quando uma criança entra em contato pode vir a ter seus cabelos ou partes do corpo presos, gerando acidentes graves, às vezes até fatais.
O ideal é que as piscinas tenham dispositivos que evitem esta sucção, e os pais devem orientar e monitorar os pequenos para que não se aproximem destes ralos.

Exposição ao sol: O horário de exposição aos raios solares é de até às 10h e após às 17h.

Protetor solar: Ele deve ser aplicado a cada hora, sempre homogeneamente. É preciso esperar cerca de 10 minutos após a aplicação, para então a criança entrar na água. Sob sol muito intenso, nos horários de pico, o protetor não evita queimaduras. Bebês com idades abaixo de 6 meses não podem usar protetores solares e os cuidados devem ser mais intensos, evitando-se a exposição ao sol.

 

 

Fonte: http://goo.gl/1KJnxt

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